quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Asas de Portugal

História
Na década de 1950 existiram, na Força Aérea Portuguesa (FAP), duas patrulhas de demonstração, a Dragões e a São Jorge, que voavam em caças a jacto F-84G. Essas patrulhas acabariam por ser desactivadas em virtude do início da Guerra do Ultramar e do esforço que a FAP teve que fazer nos seus diversos teatros de operações.
Depois do fim da Guerra do Ultramar, em 1976 e com o pretexto imediato de representar a FAP no festival aeronáutico comemorativo do Jubileu da Rainha Isabel II é criada a patrulha acrobática Asas de Portugal, por despacho do Chefe de Estado Maior da Força Aérea. A nova patrulha foi criada a partir da patrulha Os Panchos, cujo emblema de fato de voo adoptou, sendo equipada com aviões Cessna T-37.
Depois de 13 anos de actividade, a esquadra é desativada, devido a um acidente durante treinos, que resultou na morte imediata do piloto. Mais tarde averiguou-se que os T-37 estavam com várias fissuras nas longarinas das asas mas que não tinha sido essa a razão do acidente anos antes, pelo que esta foi imediatamente suspensa e a esquadrilha não voltou a voar.
Durante este período os Asas estiveram sempre ligados à Esquadra 102, na Base Aérea de Sintra. Acabaria por vir a ser desactivada em 1991.
A patrulha foi reactivada, apenas, em 1997, desta vez já equipada com aviões Dassault-Dornier Alpha-Jet, agora na Esquadra 103 sedeada na Base Aérea de Beja. No entanto foi logo desactivada no ano seguinte.
Em 2001 foi activada uma parelha acrobática - mantendo os Alpha-Jet - designada Parelha da Cruz de Cristo.
Em 2005, a partir da Parelha da Cruz de Cristo é, novamente, reativada a patrulha Asas de Portugal.

Funções
Esta patrulha tem como funções:
• Promover a FAP junto do grande público.
• Procurar divulgar a acrobacia aérea.
• Representar a Força Aérea em manifestações da vida nacional e regionais portuguesas e em festivais aeronáuticos considerados de relevo.

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